Serviço de Apoio ao Turista



Encontre aqui informações sobre:

  • Hospedagem
  • Telefones úteis 
  • Localização 
  • Rio Grande 
  • Principais espécies de peixes do Rio Grande 
  • Espécies ameaçadas 
  • O que é necessário pra poder pescar? 
  • Período de Defeso ou Piracema 
  • Iscas 
  • Reflexos do Turismo

 

Hospedagem

Hotel Portal do Rio Grande (17) 3335-1800 / 3335-1700

hotelportaldoriogrande@hotmail.com

Rua Goias, 855. Colômbia - SP

Pousada Nakamura (17) 3335-1477 / 3335-1478

pousadanakamura@yahoo.com.br

Hotel Luende (17) 3335-1310 / (34) 9657-0301

hotelluende@hotmail.com

Rua José da Mata, 204, Colômbia - SP

Watanabe Pousada de pesca (17) 3335-1298

Rua Goias, s/n. Colômbia/SP

 

Telefones úteis                                                      

Hospital Municipal Júlio Rodrigues de Paula (17) 3335-8787

Policia Militar 190 – (17) 3335-1450

Policia Civil 197 - (17) 3335-1117

Drogaria Bueno (17) 3335-1129

Drogaria Colômbia (17) 3335-1410

Banco Bradesco (17) 3335-1137 / 3335-1287

Prefeitura (17) 3335-8500

Câmara Municipal (17) 3335-1128

Correios – (17) 3335-1455

Cartório (17) 3335-1320

Rádio Vale Fm 3335-1821

Taxi (17) 9178-4255 / 8112-7036

Posto São Paulo (17) 3335-1118

Posto Moura (17) 3335-1385

Borracharia São Paulo (17) 3335-1707 (16) 8174-1291

Bar e restaurante Tia Nê (17) 3335-1461

Restaurante Ajoil (17) 3335-1798 

Restaurante Dona Biana (17) 3335-1755 

Localização

Norte Estado de São Paulo

Principais distâncias

Barretos 45 km

São José do Rio Preto 132 Km

Franca 171 Km

Ribeirão Preto 162 Km

Campinas 375 Km

São Paulo 470 km

Frutal 33 Km

Uberaba 121 Km

Uberlândia 215 Km

Belo Horizonte 590 Km

Brasília 634 Km

 

Rio Grande

O Rio Grande é um rio brasileiro que nasce no estado de Minas Gerais, tem como principais afluentes os rios Pardos, Mogi Mirim e Velho e banha também o estado de São Paulo. Considerado um rio de planalto sua nascente localiza-se na Serra da Mantiqueira em Bocaina de Minas e percorre 1.360 km até encontrar o Rio Paranaíba município de Carneirinho-MG, formando o Rio Paraná.

A bacia do rio Grande pertence à bacia do rio Paraná. Possui uma área total de 143 mil km², dos quais 86.500 km² localizam-se em Minas Gerais, o que equivale a 17,8% do território mineiro. A bacia do rio Grande é responsável por cerca de 67% de toda a energia gerada no Estado mineiro.

http://pt.wikipedia.org/wiki/Rio_Grande_(Minas_Gerais)

 

Principais espécies de peixes do Rio Grande

Armado, Acará-açu, barbado, surubim, cachorra facão, corvina, curimba, dourado, jacundá, jaú, bico de pato, jurupoca, lambaris do rabo vermelho e amarelo, mandi, palmito, pacus, piapara, piau três pintas, piavuçu, pintado, piracanjuba, piranha vermelha, pirapitinga, piraputanga, peixe cachorro, tabarana, tambaquis, trairão, tucunaré amarelo e azul.

 

Espécies ameaçadas

Segundo o ICMBIO Instituto Chico Mendes, orgão ligado ao Ministério do Meio Ambiente, Algumas espécies de peixes dos rios Grande, Pardo e Mogi estão em extinção, algumas são endêmicas ou seja, só existem naquele rio, sendo classificados em criticamente em perigo, em perigo e vulneráveis. As ameaças potenciais ás espécies podem ser agrupadas em cinco grupos: o represamento, a remoção da mata ciliar, poluição e a destruição de habitats além da pesca predatória.

Se o pescador por ventura capturar algumas delas, pede-se para soltar imediatamente com o intuito de preservação.

Antigamente as pessoas tinham o hábito de pescar o quanto quiser, não respeitando medidas e quantidades e quando voltavam ao seu destino distribuíam peixes para toda gente. Esse hábito fez com que os estoques pesqueiros diminuíssem, fato constatado pelos pescadores locais, por isso, pratique sempre o pesque e solte, ou respeite as regras de captura nacionais e estaduais para que nossas futuras gerações possam usufruir de nossa maior riqueza.

Espécies ameaçadas

 NOME POPULAR CATEGORIA DE AMEAÇA

Pirapitinga do Paraná Criticamente em perigo

Piracanjuba Criticamente em perigo

Pacu, Pacu-caranha, Caranha Criticamente em perigo

Lambarizinho do Rabo Vermelho Em perigo

Surubim Letra Em perigo

Jaú Em perigo

Guarú Listrado do Cerrado, Barrigudinho Em perigo

Pacu Prata Vulnerável

Curimbatá, Curimbatá de Lagoa Vulnerável

Rebeca Vulnerável

Baginho de Emas Vulnerável

Cascudo Peito Duro do Pardo Vulnerável

Jaú Sapo Vulnerável

Itui Corcunda Vulnerável

 

Tamanho mínimo de captura

O tamanho mínimo de captura refere-se ao tamanho a partir do qual é autorizada a pesca de uma determinada espécie, baseado no tamanho da 1º maturação sexual da espécie e é implantado com o objetivo de assegurar a correta conservação e gestão da atividade pesqueira. No caso de haver captura de exemplares de dimensões inferiores ao tamanho mínimo estabelecido é obrigatória a sua imediata devolução, não podendo ser mantidos a bordo, transportados, armazenados, ou vendidos. As dimensões dos peixes referidas nas tabelas equivalem ao comprimento da ponta do focinho à extremidade da nadadeira caudal (comprimento total), essa medição deve ser feita sob uma superfície plana. Esta informação é importante para que o pescador/consumidor apenas adquira peixes com tamanho legal, contribuindo assim para a conservação dos recursos pesqueiros.

Em alguns casos específicos, adota-se outra forma de medir o peixe, que é sempre determinada em norma específica.

Cabe observar que os Estados podem legislar sobre a pesca, tornando-se oportuna esta consulta aos Estados onde se pretende realizar a pescaria

 

O que é necessário pra poder pescar?

Toda pessoa pode pescar, desde que esteja com a licença de pesca em dia. Para poder tirar a licença, primeiro o pescador deverá ver qual será sua modalidade, podendo ser dividida em pesca desembarcada, categoria A, embarcada B e subaquática C. Pra modalidade desembarcada é paga uma G.R.U. (Guia de Recolhimento da União), simples, no valor de R$ 20,00 paga somente no Banco do Brasil, já nas modalidades embarcada e subaquáticas (mergulho), o pescador recolhe a G.R.U. no valor de R$ 60,00, em qualquer agência da rede bancária ou lotérica. Ambas são válidas em todo território nacional e válidas por um ano. Vale lembrar que a pesca em cima de pontes pode atrapalhar a navegação e é passível de advertências ou multa conforme os órgãos fiscalizadores.

Não necessitam de licença aposentados munidos de comprovante, mulheres acima de sessenta anos, homens acima de sessenta e cinco anos, pescadores com apenas linhas de mão e menores de dezoito anos, este ultimo sem direito a cota de captura.

*A Licença para Pesca Amadora do M.P.A., Ministério da Pesca e Agricultura é válida por 1(um) ano em todo território nacional e, uma vez licenciado, o pescador pode pescar em qualquer região do País, não havendo necessidade de pagamento da licença estadual. No entanto, as normas estaduais devem ser respeitadas quando forem mais restritivas do que a norma federal. Oriente-se sobre as leis Estaduais antes de pescar. O limite de cota de captura e transporte federal de pescado por pescador é de 10 kg mais um exemplar para águas continentais e 15 kg mais um exemplar para águas marinhas e estuarinas.

A licença de pesca amadora é individual, portanto o boleto, após impresso, somente pode ser pago uma única vez.

A licença provisória apenas terá validade mediante a apresentação do comprovante de pagamento bancário.

Não é preciso tirar duas ou mais licenças, a categoria C cobre a categoria B e a categoria B cobre a categoria A, porém a licença para pesca subaquática - categoria C- é recomendada somente para quem pratica a pesca subaquática.

A licença definitiva só estará disponível depois de passados dez dias da data de pagamento do boleto bancário.

Pra tirar sua licença e mais informações acesse: www.mpa.gov.br

 

Período de Defeso ou Piracema

Períodos de defeso contribuem para a sustentabilidade do uso dos estoques pesqueiros

Entre o período de outubro a fevereiro diversas espécies continentais entram no período de defeso. O defeso é uma medida que visa proteger os organismos aquáticos durante as fases mais críticas de seus ciclos de vida, como a época de sua reprodução ou ainda de

seu  maior crescimento.  Dessa forma, o período de defeso favorece a sustentabilidade do uso dos estoques pesqueiros e evita a pesca quando os peixes estão mais vulneráveis à captura, por estarem reunidos em cardumes. No rio Grande o período de Defeso compreende a data de primeiro de novembro ao final de fevereiro de todo ano.

Algumas espécies podem ser pescadas durante a Piracema, são elas: Corvina, tucunaré e tilápia. Essas espécies foram introduzidas no Rio Grande e deverão ser pescadas respeitando alguns critérios técnicos que os pirangueiros locais conhecem.

 

Iscas

As iscas mais utilizadas para a pesca são a Tuvira, lambari, caranguejo, minhoca e massa, facilmente encontrada em criadouros legalizados pela cidade.

Dica de preparo de massa pra pesca (Piau, piapara e outros)

1 copo de água, 1 copo de açúcar, 1 copo de farinha de trigo.

Levar ao fogo baixo, como se fosse fazer um mingau, até endurecer, quando soltar do fundo, coloque em um recipiente e acrescente farelo de arroz até endurecer.

Reflexos do Turismo

O Turismo é um fenômeno social que consiste em um deslocamento temporário e voluntário de pessoas que por motivos diversos se deslocam de um local para outro e tem uma grande importância social, econômica e cultural, mas em alguns casos o turismo pode ser um grande problema.

Cortada pela Rodovia Brigadeiro Faria Lima SP 326, e frequentada por pescadores de varias partes do Estado de São Paulo e do Brasil, Colômbia tem como divisa as cidades de Planura em Minas Gerais e Guairá, Barretos e Guaraci no Estado de São Paulo. A economia sobrevém da agropecuária, cana de açúcar, horticultura e prática de pesca profissional, cuja população ativa compõem-se de trabalhadores volantes, braçais rurais e pescadores. Nossa cidade passa por problemas semelhantes a grandes centros. Infelizmente temos casos de abuso sexual de menores, dependência química, exploração de menores e pequenos furtos e roubos.

Visando minimizar problemas entorno de questões sociais, a cidade conta com um trabalho de conscientização como também de fiscalização, através de varias parcerias entre a Prefeitura e órgãos de segurança e fiscalização.

A polícia, conselho tutelar e os órgãos fiscalizadores estão de prontidão para quaisquer ocorrências. A população esta atenta e clamamos para que o Turista, traga sua família, parentes e amigos para usufruir de nossa hospitalidade e bons serviços com respeito e dignidade, sendo assim, sempre bem vindo em nossa cidade com boas intenções.

Hospitalidade, segurança e valorização do Turista são questões fundamentais que nossa cidade busca e trabalha dia a dia.

Administração

  • Prefeito: Endrigo Lucas Gambarato Bertin (PTB)(2017/2020)
  • Vice-prefeito: Marina Nozaki
  • Presidente da Câmara: Eduardo Oliveira (2017/2018)


Historia do Município: 

O INÍCIO DE TUDO 

Em 10 de setembro de 1884, na cidade de Ribeirão Preto, filha do Sr José da Mata Fontoura, nascia Alice da Mata Fontoura. Teve sómente instrução particular primária, tornou-se uma mulher. Contraiu núpcias com o Sr Aureliano de Araújo e veio morar no Vale do Rio Grande, onde possuía grande área de terras, denominada Fazenda Bernarda. Teve um único filho de coração que recebeu o nome de José da mata Fontoura Filho. Alice Fontoura era uma mulher boníssima e muito preocupada com seu semelhante. Achou por bem  doar um lote de terra para que aqui fosse construída uma igreja em louvor a Nossa Senhora do Rosário, da qual era devota, sendo esse o marco oficial para que aqui se erguesse uma cidade. Haviam indícios de que a estrada de ferro chegaria até Porto Cemitério, nome que tinha Colômbia no passado. E sendo assim Alice Fontoura resolveu lotear um pedaço de terra ás margens do rio Grande e foi desse loteamento que nasceu a cidade. A primeira casa construída no povoado foi a de Bruno Antonio Prado, sendo ele o primeiro morador de Porto Cemitério. Logo depois de Bruno, vieram Francisco Segundo e João Alves de Macedo. Logo começou a formar-se ali um povoado, Alice Fontoura além de doar o terreno para a construção da igreja, doou também para a construção de uma escola, praça, casa paroquial, cemitério, casa da lavoura e a praça do jardim da ponte que liga o estado de São Paulo a Minas Gerais. O grupo escolar recebeu seu nome e ela fez muitas benfeitorias para ajudar doando ainda móveis e livros e ajudando na alimentação das crianças. No local onde se erguia a cidade, sendo ás margens do rio grande e tendo um tráfego grande de pessoas que desembarcavam nas balsas vindas de Minas Gerais, era um lugar violento, muitas brigas causadas pelos viajantes, sempre acabavam em mortes, logo o povoado foi denominado de PORTO CEMITERIO, mas com a chegada dos trilhos da estrada de ferro, chegava o crescimento e aumentava consideravelmente o numero de habitantesA primeira menina a nascer no povoado de Porto Cemitério, foi Maria de Lourdes do Prado e o menino foi Nivaldo Prado, filhos de Bruno  Prado e Angelina, mas muito antes disso, nasceram muitas crianças nas fazendas da região. O primeiro registro data de oito de janeiro de 1909, sendo que a criança nasceu no dia quatro do mesmo mês. Vicente nasceu na fazenda Boa Vista, filho do Major Urias Garcia da Silveira e de e de dona Coleta de Macedo Oliveira, no mesmo mês, nasceu Júlia, na fazenda Onça, no dia vinte e seis de janeiro de 1909, filha de João Dias dos Santos e de dona Geraldina Paulina dos Santos, todos os registros eram feitos em Laranjeiras, e o responsável pelo cartório na época era o Sr Antonio de Brito. Nesse mesmo cartório foi lavrado o registro dos primeiros óbitos, sendo o de Maria em 25 de janeiro de 1909 filha de Jerônima Rosa de Jesus, residentes na fazenda Córrego dos Cavalos, e em 26 de fevereiro de 1909, o óbito de Pedro, filho de João Gualberto da Silva e Olympia Olívia de Almeida residentes na fazenda Onça. Em 13 de fevereiro de 1909 foi lavrada a primeira certidão de casamento, sendo o noivo Dalindo Sabiano da Silva, filho de Antonio Sabiano da Silva e Ludovina de Jesus, e a noiva Maria Ignácia de Jesus, filha de Bortholo Alves da Silva e Igydia da Silva.

LARANJEIRAS

Não se pode precisar a idade certa que tem o distrito de Laranjeiras. Os primeiros registros que se tem, datam o ano de 1909, mas presume-se que os primeiros nascimentos sejam bem anteriores a essa data, pois nasciam em fazendas na mão de parteiras e ficavam sem registros e sem nenhum documento, coisa que era normal na época, pois a maioria sendo analfabeta não se importava com esse que era para eles um simples detalhe, já que a maioria nascia no meio do mato e por ali ficavam até o fim de suas vidas. Teve vários nomes, goiaba, rancharia e depois laranjeiras, pois na região tinha muita plantação de laranja. Nos primórdios foi pouso de boiadas que vinham de Minas Gerais e Goiás, atravessavam o rio grande a nado e subiam pelo corredor boiadeiro que conduzia até a estrada que levava a laranjeiras. As comitivas chegavam com suas bruacas, penduradas em mulas que pela distância que percorreram já a muito diminuíram seus passos, nessas bruacas traziam os mantimentos para alimentarem toda a comitiva que estando agora tão perto de casa começam a sentir o cansaço pelo longo caminho percorrido. Trazem em seus semblantes a poeira das estradas que deixaram para traz e na guaiaca surrada, todos os apetrechos pessoais que se faziam necessários nessas empreitadas. Por ali passavam muitas horas até descansarem, para prosseguir viajem. Não se envolviam muito com o povo do lugar, o povoado era um tanto violento. Brigas saiam aos montes, e mortes era um acontecimento corriqueiro e natural. Pois sempre aquele que matava, montava em seu cavalo e ia embora, não tinha ordem, lei e nem segurança. Sebastião Alves Moreira, hoje com 82 anos nasceu no povoado, filho de Sírio, que não negando a raça era comerciante e segundo narra Sr Sebastião, tinha até um grande calo nos ombros de tanto carregar sacolas em suas andanças como vendedor ambulante por esse mundo de meu deus como ele mesmo dizia. O breu que tomava conta do lugar assim que o sol se punha e a noite caía, não permitia que as pessoas deixassem suas casas, pois a única coisa que viam de longe era o flamejar de algumas chamas de lampiões em pontos isolados que davam ainda mais um ar de desolação ao local. Tinha algum movimento ainda nos botequins que ficavam abertos mesmo com a escuridão da noite, e era ai que saiam muitas das brigas que terminavam em mortes, sempre auxiliadas pela bebida que pára muitos era uma fuga para espantar as tristezas da vida quase miserável que viviam naquele local.  Com todo os problemas sociais existentes na época, ainda era um local animado, faziam muitos bailes, quermesses e por ser rodeada por fazendas de plantação de laranja, nesse local nunca faltou para quem queria trabalhar, emprego nas lavouras. Quando Colômbia passou a município, laranjeiras que até então era mais desenvolvida passou a ser um distrito de Colômbia. E com isso Colômbia passou a se desenvolver mais que Laranjeiras.

 

 Datas Comemorativas:

18 de Fevereiro (Aniversário da Cidade)

16 de Julho (Dia da Padroeira da Cidade)

 

Demografia

Dados do Censo - 2010

População Total: 5.994

População estimada em 2014: 6.203

  • Urbana: 4.332
  • Rural: 1.662
  • Homens: 3.066
  • Mulheres: 2.928
  • Densidade demográfica (hab./km²): 8,22
  • Expectativa de vida (anos): 69,95
  • Taxa de fecundidade (filhos por mulher): 2,42
  • Taxa de Alfabetização: 87,62%
  • Índice de Desenvolvimento Humano (IDH-M): 0,763
  • IDH-M Renda: 0,699
  • IDH-M Longevidade: 0,749
  • IDH-M Educação: 0,842

(Fonte: IPEADATA)

Hidrografia

  • Rio Grande
  • Rio Pardo
  • Rio Velho

Rodovias

  • SP-326

Município de Colômbia

Bandeira de Colômbia

Brasão de Colômbia

Bandeira

Brasão

 

Aniversário

18 de fevereiro

Fundação

18 de fevereiro de 1959

Gentílico

colombiense

Prefeito(a)

Endrigo Lucas Gambarato Bertin (PTB)

(2017–2020)

Localização

Localização de Colômbia

Localização de Colômbia em São Paulo


Unidade federativa

 São Paulo

Mesorregião

Ribeirão Preto 

Microrregião

Barretos

Municípios limítrofes

Barretos

Planura

Distância até a capital

482 km

Características geográficas

Área

729,252 km

População

6 203 hab.

Densidade

8,51 hab./km

Altitude

492 m

Prefeitura Municipal de Colômbia

Rua Antonio Prado, 1161 - Centro  Colômbia - SP  CEP: 14795-000 

Fone: (17) 3335-8500 Fax: (17) 3335-8507

E-mail: contato@colombia.sp.gov.br